Sou o Miguel Cerne, baseado no Rio de Janeiro. Atuo na interseção entre engenharia de software, engenharia de dados e finanças quantitativas — três disciplinas que, sozinhas, não garantem nada útil. Juntas, com disciplina, produzem sistemas em que as pessoas podem realmente confiar.
Atualmente estagiário de Engenharia de Software na JGP Crédito, atuando na infraestrutura por trás dos dados de mercado.
Errar sai caro em finanças, então o processo importa tanto quanto o modelo.
Toda decisão não óbvia — um limiar, um corte de dados, uma escolha de modelo — é registrada com sua justificativa. Seis meses depois, ninguém precisa adivinhar o porquê.
Dados financeiros vazam pelo tempo com facilidade. Validação walk-forward e checagens explícitas de vazamento não são negociáveis nem um detalhe posterior.
Observer patterns, sinais tipados, limites claros — o objetivo é que adicionar uma funcionalidade nunca signifique recablear o núcleo.